Nunca se contentou com nada pela metade, ambiciosa sempre quis abraçar o mundo e da mesma forma que começou parou no meio do caminho.
Me sinto predestinada a nunca terminar nada, por que?
Agora mesmo se pudesse largaria tudo, família, namorado, largaria minha vida pra mergulhar de novo de cabeça naquela antiga banheira e contemplar os azuleijos do teto. Poderia viver ali "em conserva" até a hora que estivesse pronta o suficiente pra sair de lá e encarar o mundo como ele é.
É dificil, e de verdade eu gostaria de não precisar fazer escolhas, a impressão que tenho é que todas as esolhas feitas por mim deram errado, e continuarão dando.
Até quando se auto-sabotando Audrey?
Nenhum comentário:
Postar um comentário